segunda-feira, 10 de maio de 2010

Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia

Todo o apoio a 1 Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia dia 19 de maio em Brasília.
 
MANIFESTO

1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia
A Direção da Associação Brasileira de Lésbicas , Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a I Marcha Nacional contra a Homo-Lesbo-Transfob ia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília. No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT, com concentração às 9 Horas, no gramado da  Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral metropolitana de Brasília. 

Em 17  de maio é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial de combate a  Homofobia (ódio, agressão, violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT). A data de 17 de maio é lembrada pela retirada da homossexualidade da classificação internacional de doenças da Organização Mundial de Saúde.
 
No Brasil, todos os dias, 20 milhões de brasileiras e brasileiros assumidamente lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais – LGBT têm violados os seus direitos humanos, civis, econômicos, sociais e políticos. “Religiosos” fundamentalistas, utilizam-se dos Meios de Comunicação públicos, das Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Federal e Senado  para pregar o ódio aos cidadãos e cidadãs LGBT e impedir que o artigo 5 da Constituição federal   (“todos são iguais perante a lei”) seja estendido aos milhões de LGBT do Brasil. Sem nenhum respeito ao Estado Laico, os fundamentalistas religiosos utilizam-se de recursos e espaços públicos  (escolas, unidades de saúde, secretarias de governo, praças e avenidas públicas, auditórios do legislativo, executivo e judiciário) para humilhar, atacar, e pregar todo seu ódio contra cidadãos e cidadãs LGBT.

O resultado desse ataque dos Fundamentalistas religiosos tem sido:
·                        O assassinato de um LGBT a cada dois no Brasil (dados do Grupo Gay da Bahia – GGB) por conta de sua orientação sexual (Bi ou  Homossexual) ou identidade de gênero (Travestis ou Transexuais)
·                         O Congresso Nacional não aprova nenhuma lei que garanta a igualdade de direitos entre cidadãos(ãs) Heterossexuais e Homossexuais no Brasil.
·                         O Supremo Tribunal Federal não julga as Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais e Ações Diretas de Inconstitucionalida de  que favoreçam a igualdade de direitos no Brasil.
·                         O Executivo Federal não implementa na sua totalidade o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT
·                         Centenas de adolescentes e jovens LGBT são expulsos diariamente de suas casas
·                         Milhares de LGBT são demitidos ou perseguidos no trabalho por discriminação sexual
·                         Travestis, Transexuais, Gays e Lésbicas abandonam as escolas por falta de uma política de respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras
·                         Os orçamentos da união, estados e municípios, nada ou pouco contemplam recursos para ações e políticas públicas LGBT.
·                         O Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais precisam pactuar e colocar em prática a Política Integral da Saúde LGBT.
·                         As Secretarias de Justiça, Segurança Pública, Direitos Humanos e Guardas-Municipais não possuem uma política permanente de respeito ao público vulnerável LGBT, agredindo nossa comunidade, não apurando os crimes de homicídios e latrocínios contra LGBT e nem prendendo seguranças particulares que espancam e expulsam LGBT de festas, shoppings, e comércio em geral.

A 1ª Marcha Nacional LGBT exige das autoridades Públicas Brasileiras :

- Garantia do Estado Laico (Estado em que não há nenhuma religião oficial, as manifestações religiosas são respeitadas, mas não devem interferir nas decisões governamentais)
- Combate ao Fundamentalismo Religioso.
- Executivo: Cumprimento do Plano Nacional LGBT na  sua  totalidade, especialmente nas ações de Educação, Saúde, Segurança e Direitos Humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações.
- Legislativo: Aprovação imediata do PLC 122/2006 (Combate a toda discriminação, incluindo a homofobia).  
- Judiciário : Decisão Favorável sobre União Estável entre casais homoafetivos, bem como a mudança de nome de pessoas transexuais.
 
Viva a I Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia no Brasil.
1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia

I Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia no Brasil.

A ABGLT convocou todos os ativistas, militantes para o dia 19 de maio uma grande Marcha Nacional LGBT em Brasília. 

Essa Marcha é fundamental para chamar atenção da sociedade para a discriminação e preconceito que pessoas com outra orientação sexual ou com outra identidade de gênero possuem. Seja no trabalho, na rua, no restaurante, na escola, nos bares, etc.

Precisamos de uma vez por todas acabar com isso na nossa sociedade e respeitar amplamente a diversidade. Todo apoio ao movimento que deve somar forças para aprovarmos no Brasil um conjunto de leis que garantam seus direitos!

Vejam o manifesto da Marcha abaixo:
 
 
MANIFESTO

A Direção da Associação Brasileira de Lésbicas , Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a I Marcha Nacional contra a Homo-Lesbo-Transfob ia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília. No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT, com concentração às 9 Horas, no gramado da  Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral metropolitana de Brasília. 

Em 17  de maio é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial de combate a  Homofobia (ódio, agressão, violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT). A data de 17 de maio é lembrada pela retirada da homossexualidade da classificação internacional de doenças da Organização Mundial de Saúde.
 
No Brasil, todos os dias, 20 milhões de brasileiras e brasileiros assumidamente lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais – LGBT têm violados os seus direitos humanos, civis, econômicos, sociais e políticos. “Religiosos” fundamentalistas, utilizam-se dos Meios de Comunicação públicos, das Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Federal e Senado  para pregar o ódio aos cidadãos e cidadãs LGBT e impedir que o artigo 5 da Constituição federal   (“todos são iguais perante a lei”) seja estendido aos milhões de LGBT do Brasil. Sem nenhum respeito ao Estado Laico, os fundamentalistas religiosos utilizam-se de recursos e espaços públicos  (escolas, unidades de saúde, secretarias de governo, praças e avenidas públicas, auditórios do legislativo, executivo e judiciário) para humilhar, atacar, e pregar todo seu ódio contra cidadãos e cidadãs LGBT.

O resultado desse ataque dos Fundamentalistas religiosos tem sido:
·                        O assassinato de um LGBT a cada dois no Brasil (dados do Grupo Gay da Bahia – GGB) por conta de sua orientação sexual (Bi ou  Homossexual) ou identidade de gênero (Travestis ou Transexuais)
·                         O Congresso Nacional não aprova nenhuma lei que garanta a igualdade de direitos entre cidadãos(ãs) Heterossexuais e Homossexuais no Brasil.
·                         O Supremo Tribunal Federal não julga as Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais e Ações Diretas de Inconstitucionalida de  que favoreçam a igualdade de direitos no Brasil.
·                         O Executivo Federal não implementa na sua totalidade o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT
·                         Centenas de adolescentes e jovens LGBT são expulsos diariamente de suas casas
·                         Milhares de LGBT são demitidos ou perseguidos no trabalho por discriminação sexual
·                         Travestis, Transexuais, Gays e Lésbicas abandonam as escolas por falta de uma política de respeito à diversidade sexual nas escolas brasileiras
·                         Os orçamentos da união, estados e municípios, nada ou pouco contemplam recursos para ações e políticas públicas LGBT.
·                         O Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais precisam pactuar e colocar em prática a Política Integral da Saúde LGBT.
·                         As Secretarias de Justiça, Segurança Pública, Direitos Humanos e Guardas-Municipais não possuem uma política permanente de respeito ao público vulnerável LGBT, agredindo nossa comunidade, não apurando os crimes de homicídios e latrocínios contra LGBT e nem prendendo seguranças particulares que espancam e expulsam LGBT de festas, shoppings, e comércio em geral.

A 1ª Marcha Nacional LGBT exige das autoridades Públicas Brasileiras :

- Garantia do Estado Laico (Estado em que não há nenhuma religião oficial, as manifestações religiosas são respeitadas, mas não devem interferir nas decisões governamentais)
- Combate ao Fundamentalismo Religioso.
- Executivo: Cumprimento do Plano Nacional LGBT na  sua  totalidade, especialmente nas ações de Educação, Saúde, Segurança e Direitos Humanos, além de orçamentos e metas definidas para as ações.
- Legislativo: Aprovação imediata do PLC 122/2006 (Combate a toda discriminação, incluindo a homofobia).  
- Judiciário : Decisão Favorável sobre União Estável entre casais homoafetivos, bem como a mudança de nome de pessoas transexuais.
 
Viva a I Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia no Brasil.
1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Importantes lutadoras da Educação Pública e de Qualidade lançam livros

Serão lançados hoje, às 18 horas, os livros "Escola Itinerante - na fronteira de uma nova escola", de Isabela Camini, e "Contradições e avanços na construção das políticas educacionais no Rio Grande do Sul (1999 - 2002)", de Lucia Camini.

Publicado pela editora Unijuí, o livro de Isabela é prefaciado pela Prof. Marlene Ribeiro (UFRGS) e pelo Prof. Luiz Carlos de Freitas (UNICAMP). Já o livro de Lucia tem publicação da Editora Expressão Popular, e é prefaciado por Gaudêncio Frigotto (UERJ e UFF) e apresentado pelo Governador do Estado no período, Olívio Dutra, e Prof. Vera Peroni (UFRGS).

Os livros são de grande importância, uma vez que refletem nossos projetos em suas realizações práticas. Além disso, eles possuem a participação de todos aqueles que acreditam em uma Educação Popular, Pública e de Qualidade, algo que foi esquecido no nosso Estado nos últimos anos. Um projeto de qualidade nesse sentido passa por conhecer o que foi realizado a partir de nossas idéias e ações políticas.

As obras serão lançadas na sede do CPERS/Sindicato (Rua Alberto Bins, 480/8º Andar), a partir das 18 horas, com a presença das autoras, além de Olívio, Vera e Marlene.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Fim de semana de construção


A sexta-feira foi o início de um fim de semana de importantes agendas para o Secretário Estadual da Juventude do PT, Mauricio Piccin. No fim da tarde, a visita a São Sebastião do Caí marcou a largada para a reta final da campanha Vote aos 16, da Juventude do PT. Inicialmente, um bate-papo com representantes da juventude petista de da cidade do Vale do Caí expôs a atual situação das políticas públicas para a juventude no município, além de servir como análise da situação da mobilização dos jovens de esquerda por lá. Dessa conversa, ficou o compromisso de uma maior organização visando ao encontro estadual da juventude do PT, que ocorre no fim de maio. Além disso, é de fundamental importância a participação do jovem caiense, bem como de todos os jovens do estado, para que os problemas locais sejam de fato levantados e combatidos nas esferas municipais, estadual e federal.


Campanha #votoaos16 – As Escolhas da Juventude Mudam a História

Vai até quarta-feira a mobilização para que todo o jovem faça valer seu direito de voto no dia 03 de outubro. No dia cinco de maio, encerra-se o prazo para emissão, renovação ou transferência de título eleitoral. Para emitir o título, consulte o site http://www.tse.jus.br. Através do Título Net é possível começar a solicitação para poder votar nas eleições de outubro. É fundamental a participação do jovem nesse processo, só assim sangue novo pode vir a participar das decisões importantes para estado e país.



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Após o ato, seguimos para o aniversário da Interlig Propaganda Solidária, importante parceira dos partidos de esquerda e movimentos sociais na construção de um mundo mais justo e igualitário. São 15 anos de comunicação voltada àqueles que normalmente são esquecidos pelos grandes meios de comunicação: os de baixo. Presença de grandes lutadores do Rio Grande, como o eterno governador Olívio Dutra, o deputado Raul Pont, o vereador de Porto Alegre Carlos Todeschini, além de históricos e atuais lideres sindicais que diariamente lutam por dias melhores.

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Sábado foi um dia carregado de significados. Primeiro de maio, erroneamente chamado de Dia do Trabalho, é na verdade o dia do TRABALHADOR! Centrais sindicais reivindicam melhores condições de trabalho e uma jornada de trabalho decente: 40 horas semanais. Colaborando com isso, o importante pesquisador Marcio Poschmann afirma que hoje o país tem condições de diminuir a jornada para 12 horas semanais, sem reduzir o salário e aumentando a produção. Importante também foi a fala do próximo governador do Rio Grande, Tarso Genro. Ele falou sobre o compromisso com a luta de classes, e homenageou o grande cantor nativista Leonardo, falecido recentemente.

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No domingo, os militantes do PT em Gravataí e região participaram de plenária com Dep. Marcon e com Mauricio. Ressaltamos as importantes lutas que se encaminham até o fim do ano, alertando sempre que nossa maneira de conduzí-las é ao lado do povo!
No fim da tarde, a tão esperada vitória do Colorado veio, mas o título não. É bom assim, que todo o Rio Grande tem motivo pra comemorar! Parabéns aos tricolores pelo título, e aos colorados pela bela vitória!

domingo, 2 de maio de 2010

Pra que (m) serve a tua cultura?


Fato é que são diversas as formas de conceituar o que é cultura, e não necessariamente essas formas são excludentes. Em alguns casos, essas conceituações apenas tratam de aspectos diferentes, não opostos. A grande dificuldade que qualquer pensamento crítico encontra nesse tipo de definição, porém, não é compartilhada por quem costuma alimentar e fixar os olhares de grande parcela da sociedade: os grandes meios de comunicação.

Da mesma forma que na política ou no esporte, na questão cultural a grande mídia busca incessantemente – mesmo que, em muitos casos, por mero acaso – a construção de um pensamento único, acrítico. É claro que em todos esses setores há honrosas exceções, que, além do necessário contraponto, servem para confirmar a regra geral.

Na política tende-se ao esvaziamento do debate de ideias em prol do circo partidário e suas futilidades e no esporte a tendência costuma ser o acompanhamento unicamente dos grandes clubes de futebol, deixando-se de lado a parte subterrânea, quase marginal que na verdade predomina no esporte brasileiro. Na cultura não é diferente.

A ditadura do pensamento único é imposta pela organização de mídia que temos no Brasil, que prioriza a liberdade de empresa em detrimento da liberdade de imprensa, que torna a comunicação brasileira absolutamente anti-democrática. Essa ditadura que aprisiona e tortura o conhecimento exclui a cultura popular para dar forma e credibilidade a uma cultura produzida e alimentada pela própria mídia, uma cultura pasteurizada, importada, industrializada e servida em latas tampadas a vácuo, sem qualquer espaço para o olhar crítico, para o questionamento, para a rebeldia.

Mesmo na cultura estabelecida, na cultura das elites – que, fique claro, também tem seu valor e, inclusive, poderia ser voltada também para outros públicos – fecha-se os olhos para alguns problemas de acordo com a mais variada gama de interesses. O desmanche das instituições culturais protagonizado pelo atual governo do Rio Grande do Sul é só um exemplo de descaso compartilhado por poder público e grande imprensa, braço discursivo do poder instituído e da acomodação.

O preconceito e a ânsia – consciente ou não – pela exclusão sistemática promove o “esquecimento”, pela grande mídia, de grupos tidos como inferiores intelectualmente. Essa atitude frente ao estranho, ao desconhecido, acaba por moldar o pensamento da sociedade, fortemente vinculado ao que é apresentado pelos meios hegemônicos de comunicação. Grupos sociais como moradores de rua, pequenos agricultores, moradores de favelas, entre outros, são vistos como aculturados, sua enorme carga cultural é ignorada simplesmente por ser diferente.

Está aí, na cegueira e no pensamento único defendido com unhas e dentes pelos veículos de comunicação dominantes, uma das raízes da exclusão social e da repulsa de fatias da elite em relação ao diverso. E está aí, na desconstrução incessante desse tipo de raciocínio, um dos papéis fundamentais da mídia independente.

Postado por Alexandre Haubrich no Blog http://jornalismob.wordpress.com/

sábado, 1 de maio de 2010

As escolhas da Juventude mudam a história

A campanha da JPT pelo voto aos 16 anos esta a pleno vapor no RS. Com a chamada "As escolhas da juventude mudam a História", a campanha apresenta Che Guevara, Pagu, Chico Mendes e Zumbi como jovens que ajudaram a mudar o mundo.

Em Porto Alegre, a campanha teve início no Colégio Julio de Castilhos. Estiveram presentes a militancia da JPT do RS e dirigentes partidários como o presidente municipal do PT de Porto Alegre, Adeli Sell.

A campanha acontece também através do site www.jpt.org.br/votoaos16 e no Twitter.
Mauricio Piccin